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Sinditêxtil Ceará

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O Sinditêxtil Ceará foi fundado em 29 de setembro de 1935 e foi reconhecido como entidade sindical em 28 de novembro de 1941, consolidando-se como o primeiro a atuar no Estado.

O Ceará é o terceiro pólo têxtil do Brasil e um setor prioritário para o Estado. Um segmento estruturante por contribuir para a geração de empregos, atrair investimentos para o Estado, alavancar as pequenas e médias empresas no seu entorno e possibilitar o aumento das exportações.

O Estado é vocacionado para o setor têxtil, seu parque tecnológico é um dos mais modernos do Brasil, sua mão de obra tem aptidões naturais, sua localização é estratégica para as exportações e sua infra-estrutura aero-portuária contribui para o aumento de competitividade da cadeia têxtil cearense.

Após todos esses anos de atuação a estratégia para definir os rumos e as diretrizes do setor foi a união de esforços de todas as empresas que atuam no Estado, para formular um conjunto de ações e aprimoramentos estruturais e operacionais que permitam superar os grandes desafios econômicos, sociais e de competitividade exigidos.

O Sinditêxtil Ceará conta com uma infra-estrutura de suporte jurídico, administrativo, institucional, para que os legítimos interesses de todos que fazem a Cadeia Têxtil do Estado sejam consolidados e ampliados.


Para mais informações clique www.sinditextilce.org.br


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15 Comments

  1. Jairo15 de outubro de 2010 em 16:05

    Bem, recebi um e-mail destes e pra mim é muito clara a condição de mentira do seu teor. Não há fontes, nomes ou o mais que comprovem sua veracidade.

    Porém, me deparo em diversas ocasiões com pessoas que estão recebendo auxílio doença, do INSS, e que estão leves e fagueiras trabalhando em serviços (alguns até pesados), na informalidade, complementando renda. Pra isso não estão doentes…

    Também não são raras as vezes em que ouço alguém dizendo que não pode trabalhar de forma registrada, pois “perderá” o direito a continuar recebendo o Seguro Desemprego.

    A população vai às ruas, em passeatas e protestos, enche o peito e grita a plenos pulmões, contra este ou aquele político corrupto, mas o que fazemos de tão diferente deles, quando temos a oportunidade?

  2. redação5 de outubro de 2010 em 9:05Autor

    Olá Adriana,

    Conforme um de nossos comentários acima, as mulheres fizeram SIM os cursos, tem gente trabalhando SIM e foi honesto e justo, conforme os programas governamentais de geração de renda.

    A questão colocada foi justamente que depois do curso, muitas optaram por serem FACCIONISTAS, modalidade de trabalho onde a costureira fica em sua residência com máquina própria ou cedida, onde ganha pelas peças produzidas, sem vínculo empregatício, outras ocuparam postos de trabalho nas fábricas, e outras não continuaram se interessando pela área.

    O caso é que não se tem números EXATOS sobre a questão.

    E esse tipo de e-mail permeia as caixas postais dos eleitores em época das eleições.

    A melhor maneira de exercer a cidadania é a discussão dos fatos e idéias… por isso, continuem sempre comentando.

    Atenciosamente,

    Equipe PolodaModa

  3. Adriana3 de outubro de 2010 em 3:49

    OK, fizeram o curso, tem gente trabalhando, estas mulheres recebem o bolsa família? Se isto for honesto e justo estampem no site estas informações. Ou há algum problema? Alguma coisa obscura…

  4. Alexandre1 de julho de 2010 em 16:33

    Ao receber este email fiquei perplexo com tamanho absurdo e resolvi me informar mais pra saber se o fato era verídico ou não.

    O que eu gostaria de confirmar não é a precisão dos números. Se foram 500 ou 258 participantes do curso ou se foram feitas 300 ou 299 ofertas de trabalho, nem mesmo se 0 ou 1 costureiras aceitaram trabalhar de carteira assinada.

    O que eu gostaria de saber é se há ou não mão de obra qualificada deixando de trabalhar por conflito de interesse com a renda vinda do programa bolsa família.

    Não consegui encontrar com precisão numérica a confirmação de quantas costureiras participaram do curso, quantas receberam proposta de trabalho e, muito menos, quantas acabaram aceitando a proposta, mas conseguimos confirmar que, pelo menos uma destas pessoas treinadas não aceitou a oferta de trabalho para não perder os benefícios, que chegam de “mão beijada” todos os meses, premiando sua miséria e falta de renda.

    Me pergunto se este programa social, o Bolsa Família, é um remédio contra a pobreza ou um prêmio pela condição social desfavorável?

    Condição social desfavorável deveria ser uma coisa passageira, por definição, diferente de um estado social desfavorável. O “sedizente” pobre deveria receber a ajuda do governo até que ele melhore sua situação e não ver naquela ajuda, uma teta que ele terá pro resto de sua vida para mamar, um benefício que vem e não vai.

    O Governo, por sua vez, deveria se orgulhar em dizer os números das pessoas que entraram no programa e, através dele, conseguiram endireitar na vida e sair dele, desmamaram. O que temos visto é algo muito pior do que isso. O Lula se orgulha em anunciar números crescentes do Bolsa Família. Mais e mais famílias ficando dependentes deste benefício.

    Para contratar, os empresários têm que se enquadrar nos absurdos de sindicatos, CLTs, enfrentar advogados picaretas e funcionários mediocremente educados e treinados. Agora com o bolsa família, os empresários competem com o governo – “Você prefere trabalhar pra cacete, pagar impostos e ganhar R$ 550 ou prefere ficar em casa coçando por R$ 250?” – é uma pergunta capciosa. Não vamos entrar no mérito econômico da questão, qual o impacto da diminuição do trade-off entre trabalhar e vagabundear, nem mesmo no custo de treinar, empregar e remunerar mão de obra. O aspecto que devemos explorar nesta situação é o aspecto moral e ético. Qual é a mensagem que queremos passar para esta e futuras gerações? Vamos premiar o trabalho ou a vagabundagem? É bonito ser pobre? Há saída para a pobreza?

    O que a população do Brasil ainda não entendeu é que o mais importante é passar a mensagem correta.
    Qual mensagem a população, na maioria pouco educada, tira desta situação? Qual é a atitude premiada? Qual é a atitude castigada?

    Se o Brasil vem crescendo (sim) e se desenvolvendo (não) ou não, eu não sei dizer, mas podemos afirmar com certeza que a mensagem que o Sr. Lula deixou para o país não poderia ser pior.

    Custe quantas vidas custar, quantas eleições perdidas ou ganhas, quantos milhões de reais forem necessários arrecadar junto aos contribuintes (aqueles que trabalham e pagam seus impostos devidamente), o Brasil precisa retomar o rumo da ética, da moral e das mensagens corretas.

  5. ANTONIO CELSO BATISTA1 de junho de 2010 em 15:59

    EU SOU CONTRA O BOLSA FAMÍLIA OU QUALQUER OUTRA BOLSA QUE ALIMENTE NAS PESSOAS A ESTAGNAÇÃO MENTAL E FÍSICA… A DEPENDÊNCIA DE QUALQUER GOVERNO OU INSTITUIÇÃO QUE SE PREVALEÇA DESSE TIPO DE CONTROLE PARA SEUS FINS SABIDAMENTE CONDENÁVEIS.

    A RESIGNAÇÃO E ACOMODAÇÃO É UM CÂNCER. NÓS TEMOS MILHÕES DE EXEMPLOS DISSO EM NOSSA SOCIEDADE. MAS, CUSTA-ME ACREDITAR QUE ESSAS PESSOAS POSSAM SER TÃO BURRAS! E NÃO TENHO MEIO TERMO PRA ISSO!

    TENHO 60 ANOS E TRABALHO. ESTOU LONGE DA APOSENTADORIA AINDA.

    SOU FILHO DE NORDESTINOS MAS NÃO POETIZO EM CIMA DO FATO COMO LI EM ALGUNS DEPOIMENTOS… MESMO PORQUE, GARRA E FORÇA DE TRABALHO TEM DE NORTE A SUL DESTE PAÍS, E “ISHPERTINHOS”, MALANDROS, VAGABUNDOS E OUTROS QUETAIS TAMBÉM!

    ENQUANTO HOUVER GENTE COMPRANDO, HAVERÁ GENTE SE VENDENDO.

    LAMENTÁVEL!

  6. Henrique Brandão12 de abril de 2010 em 11:02

    Considerando a improvável possibilidade de veracidade desse e-”meio”, no fundo, até gostaria que fosse verdade o fato da suposta “não-contratação” por “preguiça e comodidade” das muheres cearenses. Assim, eu teria um pouco de paz no coração, por saber que as pessoas mereciam o tipo de tratamento que a população pobre brasileira recebe.

    A questão é, a mulher nordestina é uma batalhadora, e pode ter certeza que qualquer possibilidade de emprego é agarrada com afinco. Fico triste em saber que uma oposição até inteligentemente embasada se perca com boatos até absurdos!

    Tenho as minhas reservas com o bolsa família porém, como disse a minha sogra que me encaminhou esse e-mail, a justiça é um direito de todos, e servir de massa de manobra para fortalecer uma posição oposicionista burra… ah isso não!

    Encerro fazendo minhas as palavras de Euclides da Cunha: “O nordestino é antes de tudo um forte.”

  7. Garcia5 de abril de 2010 em 14:28

    A questao que se coloca é ate que ponto um participante do Bolsa Familia prefere se manter fora do trabalho formal para nao perder o beneficio vinculado a possuir uma renda familiar muito baixa?

    O governo ao final nao cria nada e muito menos cria riqueza e a transferencia de renda dos que tem para os que nao tem é certamente um ponto bastante delicado. Se a avaliacao disto resultar na conclusao que trabalhadores estao transferindo dinheiro para vagabundos a coisa pode realmente azedar.

    Como o numero de recipientes de dinheiro do Bolsa Famila é enorme e nossos governantes (principalmente o Lula) querem estabelecer um vinculo demasiado proximo com o eleitor pelo beneficio cedido como se fosse deles o dinheiro pago. Some a isto a pouca educacao de praticamente todos os beneficiarios do programa e o uso politico do beneficio, fica muito evidente que este programa pode se tornar (ou ja se tornou) o maior programa de compra de votos do mundo.

    Lamentavelmente com os politicos, partidos, e governantes que temos o cidadao que paga a conta nao ve como isto vai terminar e NINGUEM aguenta pagar mais impostos no Brasil.

  8. Gustavo Novaes27 de novembro de 2009 em 9:53

    Em época de eleições, ver esclarecidos os e-mails não assinados deveria ser uma preocupação de todos, ao menos quem tem tempo pra isso.

    Procurando sobre o tema Bolsa-família x Contratação Zero que vem sendo propagado na Web via e-mail, cheguei à esse site, depois ao site do Sindicato (onde nada encontrei sobre o assunto) e ao site de um Senhor de nome Gilberto Simões Pires (www.pontocritico.com) (http://www.pontocritico.com/publicados/news.php?detail=n1250260586.news).

    Seria muito conveniente pronunciamentos oficiais dos envolvidos e acabar com a “guerra” de boatos na política.

    Tudo pelo Poder?!

    Gustavo

  9. Eduardo9 de novembro de 2009 em 20:47

    Essa história toda é distorcida.

    A Prefeitura Municipal de Fortaleza, justamente visando a emancipar as beneficiárias, desenvolveu Projeto de Inclusão Produtiva para 429 mulheres que recebem Bolsa Família.

    O Projeto de Inclusão Produtiva para Mulheres do Bolsa Família visava a estimular a autonomia financeira e social, facilitando o acesso eqüitativo dessas mulheres aos processos de capacitação técnica. Durante o Projeto, as mulheres realizaram cursos de Iniciação à Costura do Vestuário, Peças Femininas em Malha, Peças Íntimas e Praia e Costura em Jeans (172); cursos Básico de Panificação e Confeitaria, Compotas e Geléias, Biscoitos e Docinhos (160); Curso de Pedreira, Pintora de Obras, Assentamento de Revestimento Cerâmico, Instaladora Hidrossanitária e Eletricista Predial (45); e Iniciação à Informática, Metarreciclagem e Montagem e Manutenção de Computadores (52).

    Os cursos foram ministrados por parceiros da Semas, como Senai e Casa Brasil. Tudo pode ser consultado nos sítios eletrônicos da Prefeitura (http://www.fortaleza.ce.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=8556&Itemid=239) e do Vereador Salmito, autor da idéia (http://www.salmito.com.br/noticias/texto.asp?ID=359).

    Como se vê, a notícia de que 500 mulheres fizeram Curso de Iniciação à Costura é falsa; foram apenas 172.

    Além disso, não se sabe de alguma delas recebeu oferta de trabalho e, nesse caso, se aceitaram.

    Ao invés de uma discussão séria – e crítica – do programa Bolsa Família, muitos preferem propagar textos apócrifos e sem fonte confiável.

    Eleição chegando…

  10. redação19 de outubro de 2009 em 20:33Autor

    Conforme informações que obtemos junto à assessoria de impressa do Sinditêxtil, houve sim a contratação de costureiras que fizeram o curso.

    Como o referido curso aconteceu na gestão passada do sindicato, não foi possível esclarecer a fundo a questão, sem podermos estabelecer um percentual sobre o número de contratações.

    O Sinditêxtil tem feito o seu trabalho corretamente, como um sindicato atuante, promoveu não só esse, mas vários cursos, seminários, palestras, reuniões, entre outros, direcionados aos vários elos da cadeia produtiva têxtil do Ceará.

    A questão é que a referida informação de contratação zero, vem sendo divulgada a “boca miúda”, na própria internet inclusive, causa mais impacto do que mostrar que ocorreram contratações. Principalmente em época de eleições.

    Não acreditamos que todas as 500 mulheres trabalhadoras e geralmente participantes relevantes, senão principais da renda familiar, não se interessaram em trabalhar com carteira assinada, com férias, 13º salário e todos os outros benefícios que elevam o ganho do trabalhador.

    Para participar do Programa Bolsa Família, a renda familiar deve ser abaixo de R$ 120,00 mensais por pessoa.

    Pelo tipo básico, o pagamento é de R$ 58,00. É destinado às famílias consideradas extremamente pobres, aquelas com renda mensal de até R$ 60 por pessoa.
    Nas famílias com renda per capita entre R$ 60 e R$ 120, o benefício é de R$ 20 –limitado a três crianças e adolescentes. O valor máximo do benefício é R$ 182 àquelas famílias com renda até R$ 60, com mais de três filhos que recebem o benefício para básico, além de dois jovens matriculados regularmente nas escolas.
    Segundo o ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) o valor médio dos benefícios do Bolsa Família é de R$ 80.
    Ou seja por maior que seja o benefício pago pelo Bolsa Família, se juntarmos pai, mãe e três filhos, são R$ 36,40 por mês, por pessoa. Valor muito baixo para se justificar que a mãe da família não trabalhe com carteira assinada.

    Principalmente por que o salário da costureira na carteira é de R$ 439,00 mais benefícios e produção dependendo da empresa.

    Ouvimos casos de costureiras que ganham R$ 900,00, R$ 1.100,00 até mais com a produção e salário.

    Outro detalhe que podemos verificar é que parte das costureiras que fizeram o curso optou por fazer facções, ganhando somente na produção. Ou seja, ampliaram suas possibilidades de renda.

    Por isso o sentimento de que houve poucas contratações em relação ao todo.

    Não temos ilusões de que tais desvios de finalidade não aconteçam com o Bolsa Família, a questão fundamental é educar cada vez mais o cidadão e mostrar as reais vantagens que representa a sua profissionalização.

    Quem tiver interesse em continuar a discussão, favor deixar seu comentário.

  11. Aline Boufleur19 de outubro de 2009 em 19:14

    Olá! Também gostaria de saber se as informações contidas no email já citado sao verídicas.
    Grata,
    Aline

  12. J@de2 de outubro de 2009 em 12:19

    Olá, também gostaria de me informar sobre esse email que já recebi mais de uma vez. Sempre pesquiso qualquer mensagem que recebo para confirmar se é boato ou não.

    Acho justo e correto quando recebemos informações que não são verdadeiras responder a quem nos enviou a informação correta.

    Fico no aguardo.

    Obrigada.

  13. Cristina Cruz1 de outubro de 2009 em 11:07

    Bom dia,
    também recebi o email acima, mais de uma vez ,e gostaria de saber a veracidade das informações contidas ou, é mais um “Hoax” boato espalhado pela internet.
    Grata pela atenção.

  14. redação15 de setembro de 2009 em 11:31Autor

    Olá Ederniwton,

    Estamos apurando as informações junto ao Sinditextil para podermos lhe repassar os detalhes da questão, se é verdadeira ou não.

    Grato pela seu comentário.

  15. Ederniwton Marcos11 de setembro de 2009 em 11:39

    Qual a veracidade disso?

    Curso para 500 mulheres

    Alguem tinha alguma dúvida de que isso iria acontecer?

    Como o setor têxtil é de vital importância para a economia do Ceará, a demanda por mão de obra na indústria têxtil é imensa e precisa ser constantemente formada e preparada.

    Diante disso, o Sinditêxtil fechou um acordo com o Governo para coordenar um curso de formação de costureiras.

    O governo exigiu que o curso deveria atender a um grupo de 500 mulheres que recebem o Bolsa Família. De novo: só para aquelas que recebem o Bolsa Família.

    O importante acordo foi fechado dentro das seguintes atribuições: o Governo entrou com o recurso; o Senai com a formação das costureiras, através de um curso de 120 horas/aula; e o Sinditêxtil, com o compromisso de enviar o cadastro das formandas às inúmeras indústrias do setor, que dariam emprego às novas costureiras.

    Pela carência de mão obra, a ideia não poderia ser melhor. Pois é…

    Pois bem.

    O curso foi concluído recentemente e, com isso, os cadastros das costureiras formadas foram enviados para as empresas, que se prontificaram em fazer as contratações.

    E foi nessa hora que a porca torceu o rabo, gente. Anotem aí: o número de contratações foi ZERO. Entenderam bem? ZERO, gente!

    Enquanto ouvia o relato, até imaginei que o número poderia ser baixo, mas o fato é que não houve uma contratação sequer. ZERO.

    Sem qualquer exagero.

    O motivo?

    Simples, embora triste e muito lamentável, como afirma com dó, o diretor do Sinditêxtil. Todas as costureiras, por estarem incluídas no Bolsa Família, se negaram a trabalhar com carteira assinada.

    Para todas as 500 costureiras que fizeram o curso, o Bolsa Família é um beneficio que não pode ser perdido.

    É para sempre.

    Nenhuma admite perder o subsidio. SEM NEGÓCIO.

    Repito: de forma uníssona, a condição imposta pelas 500 formandas é de que não se negocia a perda do Bolsa Família.

    Para trabalhar como costureira, só recebendo por fora, na informalidade. Como as empresas se negaram, nenhuma costureira foi aproveitada.

    A RAZÃO DE LULA – O que sobrou nisso tudo? Muita coisa.

    O custo alto para formar as costureiras foi desperdiçado.

    E pelo que foi dito no ambiente da FIEC, casos idênticos do mesmo horror estão se multiplicando em vários setores.

    Considerando que a Região Nordeste do País contempla o maior número de beneficiados com o Bolsa Família, aí
    está a razão para sermos todos imbecis e idiotas.

    Lula tem razão. Toda razão.

    VIVA A BOLSA FAMÍLIA!!

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Comentários Recentes
  • Cleide: As roupas são até boazinhas , Mas isso para o consumidor final. Porque para quem tem loja e revende a marca, é assim eles lançam 4 coleções no ano...vendem e para o logista. O logista compra e tem que fazer PROMESSA COLOCAR NAS ORAÇÕES PEDIR PARA TODOS OS SANTOS para a Turma da Malha poder entregar a mercadoria. Primeiro chega os boletos vc começa pagar, e depois vem as dores de cabeça....porque a mercadoria não chega na sua loja. Ai vc liga lá na Fabrica, Na empresa MISS TRM TURMA DA MALHA NO CEARA E COMEÇA A DESFEITA, COM SUA CARA. AS ATENDENTES RESPONSÁVEIS ALINE , CLEBIANA, QUE DEVERIA TRATAR O CLIENTE (LOGISTA) QUE COMPRA A COLEÇÃO E PAGA O SALÁRIO DELAS. ELAS TRATAM SUPER MAU , COM ARROGÂNCIA E SE VC RECLAMA PEDE PARA QUE JUSTIFIQUEM TANTO ATRASO NA ENTREGA, OU A FALTA DE PEÇAS QUE NÃO VEIO , ELAS SIMPLESMENTE DESLIGA O TELEFONE NA SUA CARA. AI VC LIGA NOVAMENTE PEDE PARA FALAR COM UM ALGUÉM SUPERIOR NA ESPERANÇA DE APENAS TER UM SOLUÇÃO. A RESPONSÁVEL PELAS DEPARTAMENTO DE VENDAS AO LOGISTA SRA. CLEBIANA TE TRATA IGUAL OU PIOR QUE A PRIMEIRA ATENDENTE. AS ROUPAS DA TURMA DA MALHA NÃO SÃO AS MELHORES ,MAS TAMBÉM NÃO SÃO AS PIORES. MAS A EMPRESA EM FORTALEZA ESTÁ COM OS PIORES FUNCIONÁRIOS. TODOS SEM PREPARO E SEM EDUCAÇÃO. SE CONTINUAR ASSIM ESSA EMPRESA VAI PELO MESMO CAMINHO DE OUTRAS QUE JÁ TIVERAM NO TOPO, E POR ESSES MOTIVOS FORAM PARA SARJETA. PARA QUEM PRETENDE UM DIA REVENDER TURMA DA MALHA, MUITO CUIDADO. PORQUE VC COMPRA A MERCADORIA DELES E ELES TE MANDA O QUE ELES BEM QUISER E QUANDO QUISER. E VC NÃO PODE RECLAMAR. VC COMPRA A COLEÇÃO VERÃO E RECEBE NO OUTONO/QUASE INVERNO. SEMPRE PAGUEI MINHAS CONTAS EM DIA, NÃO DEVO NADA PARA NENHUM FORNECEDOR. É POR ISSO MINHA INDIGNAÇÃO COM ESSA QUE É A PIOR EMPRESA NO RAMOS DE CONFECÇÃO.
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